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Futebol Feminino

Porque não foi bom o desempenho do Brasil na Copa do Mundo!!

Segunda eliminaçao seguida nas oitavas, pior desempenho desde 1995 em Copas do Mundo.

Esportes com Ítalo Ramires

Esportes com Ítalo RamiresTudo sobre o esporte local, regional, nacional e internacional do ponto de vista do jornalista esportivo Ítalo Ramires.

24/06/2019 18h48Atualizado há 4 semanas
Por: Ítalo Ramires Lima Pereira
Fonte: Blog do PVC
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É de se valorizar o que o Brasil fez na Copa do Mundo feminina. Mas não de se contentar. Não foi bom. Perder no detalhe, como a comissão técnica lamentava nos nove amistosos anteriores ao Mundial. Perdeu para uma das candidatas ao título, o país onde o futebol feminino mais evoluiu.

Mas o Brasil caiu nas oitavas-de-final pela segunda Copa do Mundo consecutiva. Em 2015, somou nove pontos na fase de grupos e perdeu para a Austrália por 1 x 0. Como foi pior desta vez, seis pontos na fase de grupos e derrota na prorrogação nas oitavas, esta fica registrada como a pior campanha brasileira desde 1995. Então não é bom. Não por culpa das jogadoras, que se esforçaram ao máximo.

Fizeram um partidaço, com Thaysa comandando o meio-de-campo. Só Diani, do Paris Saint-Germain, brilhou mais no jogo de Le Havre. Mas se o Brasil se pretende um país de futebol, é preciso saber que é possível fazer mais no próximo ciclo. Criar um ambiente, transformar o preconceito, motivar mais meninas a jogar futebolum partidaço, com Thaysa comandando o meio-de-campo.

Só Diani, do Paris Saint-Germain, brilhou mais no jogo de Le Havre. Mas se o Brasil se pretende um país de futebol, é preciso saber que é possível fazer mais no próximo ciclo. Criar um ambiente, transformar o preconceito, motivar mais meninas a jogar futebol um partidaço, com Thaysa comandando o meio-de-campo. Só Diani, do Paris Saint-Germain, brilhou mais no jogo de Le Havre.

Mas se o Brasil se pretende um país de futebol, é preciso saber que é possível fazer mais no próximo ciclo. Criar um ambiente, transformar o preconceito, motivar mais meninas a jogar futebol Bárbara, Letícia, Mônica, Kathleen, Tamires, Thaysa, Formiga, Ludmila, Debinha, Marta, Cristiane, Geyse, Poliana, Andressinha, Beatriz… São todas heroínas

A CBF precisa permitir que elas tenham mais ambição daqui a quatro anos

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